E se a morte quiser conversar, não feche a porta...
Porque nada se perde, nem cria...
Tudo se transforma.
Abra seus olhos para um céu multicolorido
Com os pés no chão e os sentidos no paraíso.
" Na verdade nem eu mesma sei quem sou, perdi minhas verdades quando ainda não sabia mentir...não sou nada que que quis ser, tbm não sou a progressão dos meus pesadelos, simplesmente respiro por funcionalidades e reajo por instintos.
Tenho segredos dentro de mim que me atormentam, mas quem não tem seus próprios fantasmas? fujo desta realidade mórbida que se tornou meus 27 anos cultivando a única parte que a realidade humana não conceguiu arrancar de mim, meus encontros internos resultam nas únicas palavras verdadeiras que saem de mim, minhas cansoes e ideais... mais isso aida é uma incógnita, nem sei pra que serve ese dom doido de transformar as dores da alma em músicas, mas sinceramente.. nem quero saber...
um dia de cada vez...